Sei que choras durante o sono, pondo a nu todos os meus erros
Deixando em minha boca o sabor de um certo desespero
Mas será que foi tão bom assim que não poderá voltar a sê-lo?
Enquanto o amor nos dilacerar, Enquanto o amor nos dilacerar novamente
Nas sedes do infinito, ó alma,
Em vão te abrasas, prende-te ao solo o corpo,
O corpo não tem asas
A paixão que embalava nossos sonhos vãos
E nossos corpos em neve se converteram
Eternos, Infinitos, Para sempre...
By Lord Esteban Rey Fontan, Ian Curtis e Goethe
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